
Finalmente chegamos ao fim desse ano. Às vezes as coisas parecem ser tão desgastantes que atinge seu limite que se torna extremamente baixo. Eu não sei o que dizer em relação às renovações, mas parece que é um passe-livre para não fazer isso completamente à toa, até porque todas as pessoas seguem no ritmo de tudo diferente, tudo mudado. E eu praticamente imploro por novos ares, pois esse já está poluído demais e não suporto pensar e admitir que já me adoeci há um bom tempo. Muitos erros para poucas finalidades; muito sofrimento e tudo parece tão fora de si, tão desnecessário. Sem planos, sem trilhas ou mapas. A partir de hoje eu caminharei sem rumo, sem pressa. Vou notar mais detalhes e viver a cada um deles, descobrindo seu valor. Me cansa essa correria diária e nenhuma alerta de quando terão pedras, muros ou até mesmo buracos pelo meio do caminho. Seja lá o que aconteça, eu acredito que o tempo sempre está ao nosso favor; desde que saibamos lidar com ele.
Eu desejo a todos vocês um feliz Ano Novo!
Antigas fascinações, nós imploramos por novas sensações. Antigas fascinações estão alimentando minhas frustrações, e eu não tenho estado com essa paciência.
(La Roux - Fascination)
Assim seja!
