quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Bons Ventos!

Finalmente chegamos ao fim desse ano. Às vezes as coisas parecem ser tão desgastantes que atinge seu limite que se torna extremamente baixo. Eu não sei o que dizer em relação às renovações, mas parece que é um passe-livre para não fazer isso completamente à toa, até porque todas as pessoas seguem no ritmo de tudo diferente, tudo mudado. E eu praticamente imploro por novos ares, pois esse já está poluído demais e não suporto pensar e admitir que já me adoeci há um bom tempo. Muitos erros para poucas finalidades; muito sofrimento e tudo parece tão fora de si, tão desnecessário. Sem planos, sem trilhas ou mapas. A partir de hoje eu caminharei sem rumo, sem pressa. Vou notar mais detalhes e viver a cada um deles, descobrindo seu valor. Me cansa essa correria diária e nenhuma alerta de quando terão pedras, muros ou até mesmo buracos pelo meio do caminho. Seja lá o que aconteça, eu acredito que o tempo sempre está ao nosso favor; desde que saibamos lidar com ele.

Eu desejo a todos vocês um feliz Ano Novo!

Antigas fascinações, nós imploramos por novas sensações. Antigas fascinações estão alimentando minhas frustrações, e eu não tenho estado com essa paciência.

(La Roux - Fascination)

Assim seja!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Partes.

Tenho mil perguntas para fazer e parece que quanto mais respostas, mais dúvidas surgem. Quanto mais me conheço, menos sei o que fazer de mim.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Mais Uma Noite Sem Mim.

''Faz bastante tempo que as palavras não vem me visitar. Chego a pensar que me ignoraram, apenas pelo fato de eu não as ter percebido durante esses dias. É que é tanta coisa pra se lembrar que eu acabo me esquecendo e tudo passa por mim como o vento num dia sem ele. Permaneço na cama, sentada, me deixando levar pela música que tanto me encanta. Alimento mais uma vez o aparelho de som e permito que a voz da AC ecoe pelo quarto e escape pela janela entreaberta. E assim começa mais uma noite sem mim. Eu fico fora por poucos instantes, mas me parecem uma eternidade, tanto que até tenho tempo de sonhar. Transcrevo com os olhos todos os tipos de cores e sensações. Minhas mãos não têm forças pra voltar à ativa, e eu continuo aqui nesse meio termo. Leio textos, repito alguns versos, faço qualquer coisa pra ter a vontade de voltar a escrever. Penso em uma frase clichê, um verso de amor bem brega, mas nada me vem à cabeça. Paro pra ouvir a canção e percebo que ela me oferece todo o tipo inspiração. E é uma pena, porque eu nunca fui de aceitar coisas de estranhos.'' Assim falou JDS.

Eu posso até amar, mas meu coração continuará livre...

Estágios do Amor.

Se o desejo de ser amado for mais forte e você se prender a alguém com insistência, ele se aborrecerá e acabará se afastando de você. O primeiro estágio do amor é a simpatia. A simpatia aumenta e se torna apego, e nesse estágio há sofrimentos e alegrias. A alegria proveniente do amor-apego vem sempre acompanhada de angústias e sofrimentos. A alegria absoluta, que não vem acompanhada de sofrimentos e nem de angústias, só será obtida quando o seu amor evoluir mais. Só será obtida quando você abandonar o apego e deixar o outro totalmente livre. Quando você soltar o outro, ele voltará a você espontaneamente, com amor sincero, porque ele, originalmente, é a outra metade da sua alma.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Alguém.

Você é absolutamente tudo o que eu preciso. Seu toque, seu abraço, seu carinho e o tom de sua voz são meus combustíveis. Essa falta que me faz, está me deixando completamente fraca. Mas há um pequeno detalhe! Uma dúvida, aliás, talvez cruel: quem é você? Como mexestes comigo sem acabar com qualquer sede que pudesse me consumir? Deixando-a absurdamente intocável. Eu nem a conheço. Não sei como és fisicamente, e nem se há algum problema psicológico. Não sei se precisastes de minha ajuda, e eu me torno tão minúscula com essas dúvidas que surgem numa e me rebaixam tanto. Eu te amo, mas eu não sei absolutamente nada. E de tanto sentir por você que nem sei se existe, tornastes apenas um alguém. Mas que alguém? Um simples. Isso me dói. Provoca tanta angústia quando sei que me ama também! Por que não se aproxima? Por que não diz que sente minha falta tanto quanto eu sinto a tua? Por que não me mostra quem és? Por que... Por quê? Não faça das coisas algo difícil, pois posso apenas esperar. Anos e anos este cofre está empoeirado, enferrujado. Tantas bexigas de saudade que se estouraram e puderam refletir em meus olhos, conhecendo cada parte de minha pele até alcançá-lo. Nenhuma combinação correta, tantas camuflagens... Tanto desespero de falta e precisão, completamente desnecessário. Minha mãe me ensinou a gritar por socorro na hora em que eu notar a perda de sentido nas coisas que ando fazendo, pena que me explicou o significado de paciência.

And I'm feeling directionless, yes. But that's to be expected, and I know that best. In creeps in the morning, and another day's lost. You've just written one dream and I reply fast. All you need to save me... Call, and I'll be curled on the floor hiding out from it all, and I won't take any other call. I feel like a fool, so I'm going to stop troubling you. Buried in my yard a letter to send you, and if I forget or God forbid die to soon, hope that you'll hear, know that I wrote to you. All you need to say to me... Is call, and I'll be curled on the floor hiding out from it all, and I won't take any other call.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Feliz Aniversário, Pessimismo.

Estou extremamente angustiada com as coisas que insistem a acontecer. Antes fosse só comigo, mas esse isolamento pode não ser saudável. Meu aniversário está aí, e meu presente tão distante. Talvez este nem saiba que na verdade, pertence a mim. E nem eu mesma sei de quem possa estar falando quando praticamente entreguei meu futuro aos acontecimentos. O que dói, corrói e realmente continua perfurando cada parte do meu corpo é saber que isso realmente existe dentro de mim. Talvez uma necessidade de sentir, um desespero em encontrar e finalmente, aquela sede inexplicável de fazer acontecer. São mínimos detalhes para um alguém como eu, que não tem mínima sorte em tudo que envolve bondade e felicidade. Às vezes eu sobrevivo de suposições, dando um significado alheio a elas enquanto sustento todo o sentido a mim. Só a mim. Ninguém precisa saber das minhas bobagens, pensamentos... Bolhas, por mais que eu queira que alguém estivesse presente em minha vida. O meu inteiro, na verdade... Já que estou incompleta.

Mais um ano, mais alguns dias... Que diferença isso fez até agora quando só meu físico está presente? Não vejo a hora de começar.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Necessidade.

Por que as pessoas precisam ir? Por que, por mais que você implore pela promessa, elas nos deixam? Desperdice um cigarro ou dois, não importa, não vai achar a resposta. Em um momento elas vão estar do seu lado e depois tudo vai se desfazer em algumas gotas de chuva. Não, não são apenas algumas gotas, uma tempestade irá rugir sobre você e não há nada que possa fazer.